quinta-feira, 25 de junho de 2009

Infográficos: exemplos

Chovem exemplos na Internet de infográficos bem feitos e que tratam de temas interessantes. Listamos alguns para vocês:

Infográficos: bibliografia e links

A Web oferece uma base material de informações, conteúdos e programas que tratam da Infografia. Esse rico material foi pesquisado e você pode encontra-los abaixo:


Artigos:
JUNIOR, W. Infografia Multimídia avança na vanguarda no campo do Jornlailsmo visual. Disponível em <http://www.periodistaseninternet.org/docto_congresos-anteriores/VcongresoBrasil/AIAPI%202004%20Walter%20Lima%20Jr.pdf>

DEAK, A. Proque a Infografia salvará o Jornalismo. Disponível em <http://www.andredeak.com.br/2008/03/09/por-que-a-infografia-salvara-o-jornalismo/>

GRADIM, A. O jornalista multimédia do século XXI . Disponível em >

JUNIOR, W. Tecnologias emergentes desafiam o Jornalismo a descobrir novos formatos de conteúdo. Disponível em <http://www.intercom.org.br/papers/nacionais/2008/resumos/R3-0687-1.pdf>

Jornalismo e Tecnologias da Mobilidade Conceitos e Configurações
http://www.cencib.org/simposioabciber/PDFs/CC/Fernando%20Firmino%20da%20Silva.pdf


RIBAS, B. Infografia Multimídia: um modelo narrativo para o Webjornlaismo. Disponível em <http://www.facom.ufba.br/jol/pdf/2004_ribas_infografia_multimidia.pdf>. Acesso dia 7 de Junho.


Vídeos, entrevistas e sites interessantes:
http://infografiaembasededados.wordpress.com/videos/
http://nupejoc.blogspot.com/search/label/infografia
Mostra Nacional de Infografia
http://www.riomadeiravivo.org/cenario.htm
http://www.frisaprodutora.com.br/mcv2.asp?sd=20070407215310&cat=20070622230646
http://2.0.bloguite.com/compilacoes/infografia-a-lista-definitiva.html




Grupo: Ana Paula Nunes , Débora Bravo,Gabriele Maciel, Mariana Andrade, Maristella Paiva e Mônica Bento - estudantes do 7º Período do Curso de Comunicação Social/Jornalismo da UFV.

Newsgames

terça-feira, 23 de junho de 2009

Jornalismo e Mapas

O Jornalismo para multimídia, característico por apresentar textos condizentes com a velocidade que o veículo apresenta, tem a possibilidade de adicionar conteúdos dinâmicos e complementares do texto. Tudo isso é possível graças a sua multimidialidade; vídeos, recursos sonoros e gráficos são comumente utilizados a fim de aprofundar e tornar o assunto mais interessante ao internauta.

Um dos recursos utilizados para garantir profundidade ao relato do fato é o mapa. O mapeamento serve como uma ilustração do que o texto aborda. Mais ainda, é uma forma de deixar os textos de internet mais ricos e com profundidade. Um exemplo de como esse recurso é benéfico ao jornalismo e ao internauta é o utilizado pelo jornal online estadunidense Washington Post. O site utiliza o recurso de mapas para complementar seus relatos, e também como uma forma de busca de notícias a partir de um mapeamento, de local e horário. Veja no post Jornalismo e Mapas - E lá fora? mais detalhes sobre esse exemplo.

Além disso, a facilidade em criar um mapa permite que o internauta exerça outra característica da multimídia, a colaboração. Além de sites que contam com o internauta na produção de conteúdo, como ocorre no site colaborativo Wikicrimes, o qual faz um mapeamento de pontos de criminalidade com a ajuda do internauta . Você também pode conferir esse e outros exemplos no post Jornalismo e Mapas - Aqui nho Brasil.

E como criar um mapa é fácil, como é mostrado pelo tutorial nesse mesmo blog, o próprio internauta pode criar um, colocar informações nele e linká-lo para um blog, por exemplo. Confira também no post Onde Mapear sites onde você pode fazer um mapeamento.

Ana Luiza Ferreira
Carolina Reis
Inês Amorim
Fernanda Mendes
Fernanda Torquato
Marcela Sia
Paula Resende
Samira Calais

sábado, 20 de junho de 2009

Jornalismo e mapas - Mídia Locativa

A expansão e a popularização da utilização do ciberespaço fizeram com que uma categoria midiática se destacasse: a mídia locativa. Nela, o conteúdo informacional vincula-se a um local específico, onde o conteúdo está diretamente ligado a uma localidade. É um processo de emissão e recepção de informações a partir de um determinado local, gerando uma intensa relação entre o espaço e a tecnologia móvel digital (mais informações no post Jornalismo Móvel).

Essa mídia locativa contribui para a transformação do espaço urbano que acaba se inserindo no digital. O ciberespaço e o espaço urbano tornam-se híbridos, alterando o este em uma ciberurbe. Esse espaço passou a ter características diferentes dos Meios de Comunicação de Massa, onde a mensagem se concentra em um ou poucos emissores. O diálogo é praticamente inexistente e o fluxo da mensagem concentra-se em apenas uma direção. No ciberespaço isso é diferente.

Essa mídia pós-massiva interage com o receptor, tornando as relações entre o ele, o espaço e a informação muito mais próximas. E o que contribui para que isso se efetive é o avanço tecnológico que possibilita a mobilidade midiática e a expansão das noções espaciais.

Como exemplos de mídia locativa existem os Geotags e o Mapeamento e Monitoramento de Movimento.

Os geotags tem objetivo de agregar informações digitais na forma de mapas, podendo ser acessada em dispositivos móveis, como o telefone celular ou laptop. Pode-se a partir de geotags agregar informações de texto a mapas, com localidades específicas. Esse sistema de compartilhamento permite a troca de informações de tags através de localização de lugares em mapas mundiais.

O Mapeamento e Monitoramento de Movimento possui funções de localização aplicadas ao mapeamento (mapping) e de monitoramento de movimento (tracing) do espaço urbano em dispositivos móveis. Com esse recurso possível traçar o percurso de uma determinada pessoa, localização de uma empresa, trajetos de cidades, trânsito, paisagens, ou representar os espaços que determinado fato relevante aconteceu.Outro aplicativo que contribui para a realização de mapas é o mashup, ou seja, a mistura de dados provenientes de mais de uma fonte. Por exemplo, para formular um mapa se escolhe fotografias, informações encontradas de determinado lugar e a partir do Google Maps se constrói um mapa ilustrado com diversas informações sobre o espaço.


Para você entender melhor, aí vai um glossário com os principais termos que englobam a mídia locativa.

Mídia locativa: conjunto de dispositivos informacionais digitais no qual o conteúdo está diretamente ligado a uma localidade específica.

Ciberurbe: Ciberurbe é a dimensão informacional na nova relação entre a esfera midiática, através das mídias locativas, e o espaço urbano. As trocas informacionais emergem de objetos que emitem localmente informações que são processadas através de artefatos móveis e novas práticas de mobilidade comunicacional, criando novas relações sociais com o espaço.

Geotags: tipo de mídia locativa cujo objetivo é agregar informações digitais na forma de mapas, podendo ser acessada em dispositivos móveis, como o telefone celular ou laptops. Mapeamento e

Monitoramento de Movimento: é um recurso que permite traçar o percurso de uma determinada pessoa, localização de uma empresa, trajetos de cidades, trânsito, paisagens, ou representar os espaços que determinado fato relevante aconteceu. Isso é possível através de funções de localização aplicadas ao mapeamento (mapping) e de monitoramento de movimento (tracing) do espaço urbano.

Mashup: mistura de dados provenientes que usa conteúdo de mais de uma fonte para criar um novo serviço completo.


Ana Luiza Ferreira
Carolina Reis
Inês Amorim
Fernanda Mendes
Fernanda Torquato
Marcela Sia
Paula Resende
Samira Calais

Jornalismo e Mapas - Onde mapear

Pode-se fazer um mapeamento através de duas plataformas simples de serem usadas. A primeira delas é o Google Maps.

O Google Maps é um dos serviços da Google que permite a pesquisa e visualização de mapas, imagens de satélite. Por ele é possível traçar rotas e fazer localizações espaciais em qualquer parte do mundo. Além disso, ao possuir um cadastro com a empresa, é possível ao internauta colocar conteúdo nos mapas.

Outro exemplo de visualização espacial é o Google Earth, que pode ser licenciado ou não-licenciado (gratuita), sendo que esta possui menos recursos que a primeira. Pelo Google Earth é possível o acesso a fotografias de satélites em terceira dimensão.

O Yahoo! Maps, da empresa Yahoo! é outra plataforma que permite a visualização de localidades. Ele possui menos recursos que os mapas do Google; não permite a criação e contribuição de conteúdo, os recursos são limitados e apresenta apenas um tipo de visualização (pelo Google você pode ver seu mapa por visualização de satélite, por terreno e a normal).


Ana Luiza Ferreira
Carolina Reis
Inês Amorim
Fernanda Mendes
Fernanda Torquato
Marcela Sia
Paula Resende
Samira Calais

Jornalismo e Mapas - E lá no exterior?

A utilização de mapas como recurso do jornalismo é muito explorado no exterior.

O Washington Post, edição online do jornal diário americano The Washington Post, publicou um mapa após as eleições de 2008 para a presidência dos Estados Unidos que demarcava em cada município do país a margem de vitória de Barack Obama e de Jonh McCain. Os índices de vitória são representados por uma coluna que cresce na vertical em proporção ao número de vitórias.

Esse mapa era visualizado de três formas: somente com os índices de Obama, ou somente as vitórias de McCain, ou ainda, mesclando os índices de vitórias dos dois candidatos no mesmo mapa. As informações adicionais ao mapa são as legendas indicando que a cor vermelha no mapa corresponde a McCain e a azul representa Obama. No canto direito há a explicação de como é calculado o índice de vitória, que foi feito em cada município, subtraindo os votos perdidos dos votos ganhos, de cada candidato.

Índices combinados de Obama e McCain



O mesmo site também possui um mapa interativo de notícias, chamado Time Space, que permite navegação por notícias, fotos, vídeos e comentários de vários lugares do mundo. Ele é um mapa que está fixo no site e recebe constante atualização. No Time Space existe o recurso de uma linha do tempo de notícias passadas e através dela é possível customizar a busca de notícias, modificando o dia e a hora específica que o usuário deseja encontrar.

Informações mundiais mapeadas no horário delimitado



Já o site espanhol Elpais.com publicou um gráfico interativo sobre a gripe “suína”. A partir de um mapa do mundo, o Elpais indica os casos confirmados e as mortes causadas pela gripe A (H1N1). As bolas rosas representam a quantidade de casos confirmados da gripe “suína” e as bolas vermelhas mostram o número de mortos, em cada país. As bolas aparecem em vários tamanhos, quanto maior a bola maior o número de pessoas infectadas ou mortas com a gripe A. O gráfico também apresenta mais duas representações em multimídia, uma mostrando como o vírus H1N1 é transmitido de porco para porco, e outra mostrando como o vírus é transmitido para humanos.

Localidades mais atingidas pela doença



O Elpais também criou um gráfico interativo que retrata a partir de um mapa da rota do Air Bus A330-200 da Air France, desde a sua saída do Rio de Janeiro até o acidente, à 1500 km do ponto de partida. O gráfico tem uma linha do tempo com horários e comentários sobre o que aconteceu em cada hora indicada na linha. Ele ainda disponibiliza mais quatro tipos de informações em multimídia: simulação do acidente; a busca pelo Air Bus; as hipóteses da causa do acidente e dados gerais sobre o avião.

Rota e horários da tragédia da Air France

Ana Luiza Ferreira
Carolina Reis
Inês Amorim
Fernanda Mendes
Fernnda Torquato
Marcela Sia
Paula Resende
Samira Calais